sábado, 21 de novembro de 2015

Vintage. Mas o que é vintage e o que é retro?

O que é vintage? O que quer dizer quando dizemos que alguém possui estilo vintage?
A palavra vintage vem do inglês. Qualquer coisa é vintage quando há um forte retorno ao passado, ou seja, como se imitasse um estilo anterior que pode ser na moda, decoração ou, até mesmo, presente em uma obra literária.
Algo antigo e de ótima qualidade, clássico.
O estilo vintage está diretamente ligado aos anos 1920 a 1960 e pode ser aplicado na moda (roupas e calçados), decoração, obra literária e mobiliários.
São exemplos de roupas vintage:
Vestidos de estampa poá (bolinhas).
Peças jeans.
Outro exemplo de moda vintage:
Automóveis antigos e charmosos. São muito requisitados para cerimônias de casamento.
Nas décadas de 50 e 60 existia um perfil de mulher clássica denominada de pin-up. As que faziam para desse tinham um ar retrô, ingênuo e sedutor ao mesmo tempo
Diferença entre vintage e retrô
Os termos vintage e retrô (originado da palavra francesa rétrospectif) não possuem o mesmo significado.
Vintage – os objetos e materiais mantem suas características originais de produção e alguns possuem poucas alterações na embalagem ou conteúdo, mas continuam com a originalidade da época.
Retrô – é uma releitura do passado, ou seja, uma “retrospectiva” do que já foi visto. É uma peça ou produto fabricados com a tecnologia atual, mas com aparência antiga. Exemplo – televisores com aspecto dos anos 60, MP3 que se parece com uma fita K7 de antigamente, etc.
Quando uma roupa ou objeto tem no mínimo 20 anos, já podem ser considerados como vintage.
Verdadeiro vintage – são os artigos com 50 anos ou mais.
Novo vintage – artigos dos anos 80 e 90.
A modelo, actriz e bailarina Dita Von Teese é um dos grandes ícones da moda vintage, ela que gosta muito de usar corpet.

 


Tem alguns itens na loja @artdecorethnos, email artdecorethnos@gmail.com e no mercado livre

Beijus

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Camafeu


Hoje vamos falar um pouquinho sobre os Camafeus?

O camafeu (do latim Cammaeus, que significa pedra esculpida) é uma técnica de escultura usada em jóias de modo a formar uma figura em relevo (em oposição a entalhe) tirando partido da existência de camadas sobrepostas de cores diferentes. Tradicionalmente essa técnica é feita em broches e pingentes.
A pedra camafeu surgiu na época do Egito Antigo, na cidade de Alexandria, por volta do ano 300 a.C. Os egípcios utilizavam a pedra como jóias e adereços para roupas.
Os camafeus antigos vinham com imagens lapidadas de deuses, figuras femininas e cenas mitólogicas.
As jovens mulheres do período Helenístico usavam camafeus com a figura do deus Eros como um convite sedutor ao amor. Originalmente eram obras a partir de faces e rostos femininos, aos quais se esculpiam estilos românticos, com características clássicas.
O Papa Paulo II era um ávido colecionador de camafeus, e sua morte teria ocorrido por causa do número excessivo de joias em camafeus que portava nos dedos, que lhe teriam causado uma pneumonia devido à sua temperatura baixa.
Até o século XIX, os camafeus eram também utilizados por homens, elmos, capacetes, peitorais de armaduras e punhos de espada, bem como broches e anéis.
Napoleão Bonaparte foi outra figura histórica apaixonada pelos camafeus, tendo fundado em Paris uma escola para ensinar a arte da produção de camafeus a jovens aprendizes.
Tem um lindo na loja artdecorethnos para quem estiver interessado.
beijos

sábado, 14 de novembro de 2015

Maxi colares

Maxi colares

Os maxi colares estão em alta e vale a pena apostar na tendência.
Não é preciso deixar o pescoço totalmente à mostra. Os colares grandes podem ficar por cima das blusas, a produção ganha um toque sofisticado. Esse acessório modifica qualquer look – do mais básico ao mais sofisticado, do neutro ao colorido.

Com camisas, camisetas básicas, vestidos.

Dicas adicionais para usar o maxi colar:

– Concentre-se no maxi colar. Não é necessário outras bijuterias adicionais. Evite outra maxi bijuteria. O excesso de informação pode tornar o look confuso. Um colar incrível é o suficiente.
– Roupa com cor neutra ganha vida com um colar colorido.
– Pode usar no período do dia ou da noite.























Este você encontra nos seguintes endereços:
email: artdecorethnos@gmail.com
instagram: @artdecorethnos

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-721991938-colar-africano-_JM

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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Capim dourado

Boa tarde queridas leitoras,

Hoje falaremos um pouco sobre o Capim dourado.

Uma das preciosidades do Cerrado são os fios dourados da sempre-viva que brota em campos do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Distrito Federal e Bahia. O capim-dourado (nome científico: Syngonanthus nitens), apesar do nome, não é um capim, ou seja, não pertence à família das gramíneas, sendo, na verdade, a haste de uma pequena flor branca da família das sempre-vivas (família Eriocaulaceae).

O capim dourado é matéria-prima para a confecção de bolsas, bijouterias e objetos de decoração, que são nacionalmente conhecidos e valorizados. A arte de transformar as hastes em artesanato é uma herança dos índios Xerente. Os utensílios fabricados por eles eram utilizados em casa ou trocados por outros produtos. Atualmente, a produção de tais peças artesanais é a principal fonte de renda de centenas de famílias.

Sua característica principal é a cor que lembra a do ouro. A principal localidade, onde começou o desenvolvimento da produção artesanal, é Mumbuca em Tocantins, um vilarejo localizado no município de Mateiros. Atualmente esses artesanatos são produzido em outras localidades da região do Jalapão.

O Capim Dourado só pode ser colhido entre 20 de Setembro e 20 de Novembro para que não entre em extinção.

A loja artdecorethnos tem um lindo brinco, nao percam.



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segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Índios Pataxós

Hoje falaremos um pouco sobre a Tribo Indigena Pataxós

Índios Pataxós
Nos relatos dos viajantes europeus que visitaram o Brasil no século XIX, por exemplo, encontramos evidências da presença dos índios Pataxó nas regiões litorâneas do Brasil conhecidas como Bahia e no interior das matas de Minas Gerais.

Hoje nos identificamos como Povo Pataxó, originários da Aldeia de Barra Velha, chamada por nós de Aldeia Mãe, área indígena do Monte Pascoal. Estamos distribuídos em várias aldeias por diversos municípios como Prado, Itamaraju, Santa Cruz Cabrália e Porto Seguro; sendo que em cada aldeia tem um Cacique.

Artesanato

O artesanato é feito a partir de tudo aquilo que a natureza oferece tais como madeiras, sementes, palhas, cipós, argila, penas, bambu e etc. Alguns artesanatos são feitos de barro como o pote, a talha e a panela. Outros são feitos de cipó como o caçuar e o cesto. E ainda têm os que são feitos com uruba como a peneira e o leque. Toda esta produção artesanal estava ligado às necessidades do cotidiano, bem como, alguns artesanatos estão relacionados a proteção espiritual como, por exemplo, o colar de Tento.




Aldeias Pataxó

Exitem atualmente 17 (dezessete) aldeias indígenas do povo Pataxó, localizadas nos municípios de Prado, Porto Seguro, Santa Cruz de Cabrália e Itamarajú, no Extremo Sul da Bahia.

Quer encontrar itens deles, acessem a pagina no facebook Artdecor Ethnos, ou o instagram artdecorethnos

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Abraços

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Conheça mais sobre o Daruma

Daruma é o nome de um talismã japonês, trata-se de um boneco que ganhou esse nome por causa de um monge indiano, Bodidharma, que perdeu o movimento de seus braços e pernas depois de passar nove anos meditando em uma caverna. Ele decidiu remover suas pálpebras para evitar que dormisse e, então, conseguiu atingir a iluminação.

O boneco Daruma vem sem os olhos pintados. Funciona assim: você faz um pedido e pinta um olho, assim que o seu pedido for realizado você desenha o outro olho. O Daruma é geralmente feito em madeira e não possui pernas e nem braços, suas extremidades são arredondadas.
Ele tem uma pintura na cor vermelha, para representar a boa sorte.

O Daruma é ainda mais valorizado na região de Takasaki, no sudoeste do Japão. Começou a ser usado no final do século 17, como uma forma de renda para os agricultores que estavam sofrendo de fome. A história é que o templo Daruma instruiu as famílias que viviam da agricultura a fazerem bonecos de papel mâché para vender.

E que tal fazer o seu pedido com um boneco Daruma?! Você pinta um olho no dia do aniversário e o outro quando seu pedido se realizar.

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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Olho Grego ou Turco

Queridos leitores (as)

Hoje venho falar um pouco sobre o Olho Grego ou Turco.

Acredita-se que ele absorve as energias negativas, impedindo que elas passem para a pessoa que o usa.

Olho grego ou Turco nas religiões

No Budismo, tem-se o Terceiro Olho do Buda, representado entre as sobrancelhas de Buda, que simboliza sua visão mais ampla, sua inteligência superior.

No Antigo Egito havia o olho de Hórus, “o olho que tudo vê”.

Para a Igreja Católica, o olho é símbolo do olhar de Deus, que protege e transmite paz às pessoas.

Na Turquia, o Nazar Bancugu é até hoje utilizado como amuleto contra o mau-olhado. (O olho grego é também conhecido como olho turco).

Como símbolo na maçonaria, o olho representa o Grande Arquiteto do Universo.

Origem da tradição do Olho Grego ou Olho turco ou Olho Místico

Havia uma enorme e dura rocha que nem com mil homens podia ser movida e rachada. Depois de muitos esforços para tentar demover a rocha e de tentar partir, já não sabiam o que mais fazer. Entretanto, na cidade havia um homem, conhecido por ter “muito olho gordo” (nazar), e levaram esse homem junto da rocha. O homem olhou a rocha e exclamou “meu Deus! Que rocha enorme!”….e subitamente, ouviu-se um enorme estrondo, todo o mundo estava assustado com tal barulho…e quando caíram em si, abriram os olhos e tal não foi o espanto que a enorme rocha estava dividida em dois pedaços.

A loja Artdecor Ethnos esta com dois itens exclusivos a venda que achei super bonitinhos, sou cliente e super indico.

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Beijos